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A adoção ou recusa do Simples Híbrido não deve ser tratada como decisão tática, mas estrutural. A escolha impacta margens, posicionamento de mercado e competitividade por anos. Empresas que enxergam a tributação como parte da estratégia — e não como operação — chegarão ao final da transição com vantagem.

O Simples Nacional Híbrido é, sem dúvida, um dos temas mais complexos e mal interpretados da Reforma Tributária do Consumo. A possibilidade de recolher IBS e CBS fora da DAS cria uma tensão real entre competitividade e aumento de carga tributária. Para muitas empresas, especialmente aquelas de serviços intelectuais e atividades reguladas, essa decisão redefine margens, preços e relações contratuais. Sob a perspectiva técnica da VALIAN, o Simples Híbrido exige análises individualizadas, estruturadas e amparadas por contabilidade fiscal, planejamento tributário, gestão financeira e também organização societária.

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O efeito dominó do crédito para empresas B2B

A essência do Simples Híbrido está no impacto que ele provoca nas relações B2B. Empresas prestadoras de serviços, especialmente consultorias, agências, arquitetos, engenheiros, profissionais de saúde e segmentos criativos, passarão a operar em mercados onde oferecer crédito integral ao cliente se torna diferencial competitivo. Para quem atua em consultoria especializada, arquitetura, engenharia ou serviços digitais, a decisão de aderir ou não ao modelo híbrido muda diretamente a percepção de valor diante do cliente.

Essa dinâmica exige cálculos finos de elasticidade de preço, controle de créditos tributários, análise de fluxo de caixa projetado e compreensão precisa de como o setor consome crédito. Para algumas empresas, a migração será inevitável; para outras, pode ser destrutiva.

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Um modelo que exige maturidade contábil e visão de longo prazo

A adoção ou recusa do Simples Híbrido não deve ser tratada como decisão tática, mas estrutural. A escolha impacta margens, posicionamento de mercado e competitividade por anos. Empresas que enxergam a tributação como parte da estratégia — e não como operação — chegarão ao final da transição com vantagem. E aquelas que negligenciarem o aspecto jurídico e contratual da mudança terão dificuldade para sustentar preços, margens e acordos comerciais.

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